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Archive for August, 2008


Antes que acabasse o mês de Agosto, fomos vê-lo ao cinema, por entre bailaricos, canções populares, amores de Verão, vilas da Beira, emigrantes, tudo falado em português.

Gostei deste retrato das nossas romarias, das cantigas, do amor das mulheres, do documentário que se transforma em filme, dos sons que não estavam lá, e dos que estavam lá, nas paisagens, nas serras.

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fashion

Hoje a minha mãe confidenciava-me que gostava de poder vestir calças, que as calças lhe assentassem bem. Se assim fosse, mudava a sua roupa toda e só usava calças.

Compreendi-a tão bem. Tal como ela, eu também não uso determinadas peças de roupa, habituei-me a cobiça-las nas lojas, nos corpos das outras mulheres, por vezes revoltada, outras frustrada, incapaz de (me) aceitar.

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4 anos é pouco tempo

Hoje, quase a chegar a casa, parei num cruzamento para dar passagem a um outro carro. O condutor, ao mesmo tempo que agradecia, acendia um cigarro, num gesto que reconheci como tão familiar que me trouxe uma forte vontade de repetir aquele gesto e inalar também eu aquele fumo.

Só uma vez. Só esta vez. Só um. Sozinha, com o cigarro e fumo e os meus pensamentos.

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desejo

Sentir a pele a arrepiar, um frio no estômago, um calor ao fundo da barriga, os sentidos alerta, o corpo a reagir ao toque, à mente, ao desejo.
Quero-te! Quero-me!

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um cone com duas bolas


Há tentações às quais não consigo resistir. Porque não quero. Porque são simplesmente deliciosas. Porque me dá prazer escolher os sabores, combiná-los, e saborear cada bocadinho…

Hoje escolhi o clássico doce de leite e experimentei o chocolate negro com laranja, de que fiquei fã.

Já em casa, descobri que os senhores Haagen e Dazs não são dinamarqueses, nem escandinavos, mas sim americanos com ascendência polaca. E eu a pensar que era para a Dinamarca que queria emigrar…

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hoje

Por estes dias tenho-me sentido perdida. perdida nos meus pensamentos, nos planos dos dias e da vida. Se tudo me parece certo, o certo soa-me a incerto e indefinido. Os dias no trabalho correm ao sabor do que tem que ser feito, como que as listas de prioridades ficassem para trás, impossíveis de cumprir.
E eu, a assistir, serena, espectadora da minha própria vida.

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working hours

Em tempo de trabalho divido-me entre o que devo, o que quero, o que posso e o que tenho. Já que não posso ir para longe destas paredes brancas e deste frio que me gela o pescoço, conto os minutos para fazer as mil coisas que tenho para fazer, o que posso e o que não posso, e roubo uns segundos para aqui vir, para sentir o cheiro daquilo que me apetecia, do queria, mas não devo.

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