Estou perdida, sabes? Procuro o meu caminho e não encontro as migalhas que fui deixando. Será que me esqueci de as deixar? Ou será que desapareceram, se fundiram com a natureza, após tanto tempo de abandono?
Tenho que começar de novo, que construir um novo caminho, desta vez a um, e, esperar que, a pouco e pouco, reconheça as pedras, os rios, as planíceis e os percursos atribulados.
Sempre em frente, em direcção ao horizonte, aos sonhos.
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